"CONSTRUIR, NAO COMO ILHAR E PRENDER,
NEM CONSTRUIR COMO FECHAR SECRETOS;"
João Cabral de Melo Neto

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Mapa Mental Pela Lente da Cidade Cultural.

Mapa Mental Photoshop (distorcido)


A arquitetura está diretamente ligada aos movimentos sociais e políticos do mundo. Nos movimentos passados o modelo arquitetônico era limitado e seguia uma vertente filosófica também limitada. Somente após a I e II guerras mundiais a arquitetura toma seu próprio rumo e começa a não mais seguir regras, mas dita-las, daí por diante surge a arquitetura moderna que ainda caminha pelas especulações, mas consegue ser única e independente.

A proposta do texto Cidade Cultural mostra que os momentos arquitetônicos devem ser conciliados de forma que os dois momentos sejam importantes, pois arquitetura é tudo o que concerne à construção e os problemas por ela gerados. Tais problemas urbanísticos são resultados de uma arquitetura mal pensada, imediatista, sem perspectiva para o futuro. Giulio Carlo Argan sugere uma mudança drástica para a resolução dessa questão: que o centro histórico, o centro administrativo e o centro comercial sejam sistematicamente separados, porém que exista mobilidade entre eles e que, principalmente, a sociedade interaja com a cidade. Os prédios históricos devam ser aproveitados, transformados em funcionais, de modo que sejam úteis e não apenas contemplativos.



quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Seminário!

Com o intuito de direcionar o tema virtualidade para a arquitetura, o designer, um seminário, embasado em textos passados pelo Rafael, foi feito. Para ele foi pedido, além da leitura dos textos, exemplos de um espaço e de um objeto com virtualidade, ou, o contrário, sem virtualidade. Para a discussão escolhi o MASP como espaço e um conjunto de talheres como objeto, que retrata a virtualidade e a falta dela, respectivamente, visto que o MASP tem um vão livre onde ocorrem manifestações, mostras de cinema, feiras artesanais, e outra variedade de coisas; Já o conjunto de talheres, desenvolvidos por um grupo de designers, são inspirados em dobraduras de origami e passam a impressão de desconforto durante seu uso, são objetos meramente decorativos, com sua virtualidade bastante limitada.




O 13º Andar!

Na última sexta-feira (27) assistimos o filme: "O 13º Andar", proposto pelo prof. Rafael. O filme trata da questão da virtualidade, onde cientistas de uma grande companhia criam uma realidade virtual. Eles recriam Los Angeles dos anos 30 e o projeto é tão bem feito que os integrantes da cidade não sabem que são irreais. Porém, com o desenrolar da história, esses cientistas descobrem que também são como os integrantes da Los Angeles de 30, são virtuais.
Após o término do filme discutimos sobre o tema, onde ficou muito nítido que a virtualidade, de uma forma simples, é a possibilidade, o potencial que cada objeto, ser, enfim, tem. E essa virtualidade tem que ser pensada durante o desenvolvimento de projetos, pois, o papel do arquiteto é criar não só espaços, mas sim espaços com virtualidade, que dêem a possibilidade necessária para aqueles que irão utilizar o espaço.